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Desmatamento em unidades de conservação da Amazônia é o menor em 10 anos, diz Imazon
24/07/2024
Fonte: Valor Econômico - https://valor.globo.com/
Desmatamento em unidades de conservação da Amazônia é o menor em 10 anos, diz Imazon
Rafael Vazquez
24/07/2024
O desmatamento em unidades de conservação da Amazônia no primeiro semestre de 2024 foi o menor dos últimos dez anos para o período, com 93 km² de derrubada. O número também representa uma queda de 18% em comparação ao mesmo período de 2023, de acordo com dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon.
Segundo o instituto de pesquisa, os estados com mais unidades de conservação entre as dez mais desmatadas em junho de 2024 foram Acre e Rondônia, cada um com três no ranking. Apesar disso, foi o Pará que registrou a unidade de conservação que mais desmatou no mês, a APA Triunfo do Xingu, que sozinha representou a derrubada de uma área equivalente a 700 campos de futebol.
Além das unidades de conservação, as terras indígenas da região também tiveram uma redução na destruição florestal no primeiro semestre, com 15 km² derrubados, a menor área registrada desde 2016.
Segundo a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim, os dados são positivos, mas ainda é preciso reforçar o poder de fiscalização das autoridades. "A redução do desmatamento nas unidades de conservação e terras indígenas é muito importante. Para que o desmatamento continue em tendência de queda, é necessário manter o ritmo de fiscalização nas áreas protegidas e focar nas regiões que ainda estão sob forte pressão ambiental. Qualquer redução nas ações de combate e controle podem acarretar no aumento da devastação nestes territórios novamente.", afirma a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.
Conforme aponta o Imazon, desde abril de 2023, a Amazônia apresentava uma baixa consecutiva no desmatamento, com 14 meses seguidos de queda. Contudo, os dados do mês de junho de 2024 mostraram um crescimento de 10% na derrubada se comparado com o mesmo mês de 2023 - de 361 km² para 398 km².
"O período mais seco do calendário do desmatamento ocorre entre os meses de maio a outubro. Historicamente os valores são mais altos durante esses meses porque o clima propicia a prática do desmatamento", explica Amorim. "Devemos observar os próximos meses. Os órgãos responsáveis devem seguir com as ações de combate para garantir o não aumento do desmatamento", complementa.
https://valor.globo.com/brasil/noticia/2024/07/24/desmatamento-em-unidades-de-conservao-da-amaznia-o-menor-em-10-anos-diz-imazon.ghtml
Rafael Vazquez
24/07/2024
O desmatamento em unidades de conservação da Amazônia no primeiro semestre de 2024 foi o menor dos últimos dez anos para o período, com 93 km² de derrubada. O número também representa uma queda de 18% em comparação ao mesmo período de 2023, de acordo com dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon.
Segundo o instituto de pesquisa, os estados com mais unidades de conservação entre as dez mais desmatadas em junho de 2024 foram Acre e Rondônia, cada um com três no ranking. Apesar disso, foi o Pará que registrou a unidade de conservação que mais desmatou no mês, a APA Triunfo do Xingu, que sozinha representou a derrubada de uma área equivalente a 700 campos de futebol.
Além das unidades de conservação, as terras indígenas da região também tiveram uma redução na destruição florestal no primeiro semestre, com 15 km² derrubados, a menor área registrada desde 2016.
Segundo a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim, os dados são positivos, mas ainda é preciso reforçar o poder de fiscalização das autoridades. "A redução do desmatamento nas unidades de conservação e terras indígenas é muito importante. Para que o desmatamento continue em tendência de queda, é necessário manter o ritmo de fiscalização nas áreas protegidas e focar nas regiões que ainda estão sob forte pressão ambiental. Qualquer redução nas ações de combate e controle podem acarretar no aumento da devastação nestes territórios novamente.", afirma a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.
Conforme aponta o Imazon, desde abril de 2023, a Amazônia apresentava uma baixa consecutiva no desmatamento, com 14 meses seguidos de queda. Contudo, os dados do mês de junho de 2024 mostraram um crescimento de 10% na derrubada se comparado com o mesmo mês de 2023 - de 361 km² para 398 km².
"O período mais seco do calendário do desmatamento ocorre entre os meses de maio a outubro. Historicamente os valores são mais altos durante esses meses porque o clima propicia a prática do desmatamento", explica Amorim. "Devemos observar os próximos meses. Os órgãos responsáveis devem seguir com as ações de combate para garantir o não aumento do desmatamento", complementa.
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